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Wasden Figueiredo Costa

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Dr. Wasden Figueiredo Costa

  • Gastroenterologista
  • ,
  • Hepatologia

CRM: 1360 - AP
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Biópsia de fígado
A biópsia do fígado, ou biópsia hepática, consiste em obter um fragmento de tecido hepático para ser examinado ao microscópio, com vistas a diagnosticar alterações do fígado, da vesícula biliar e das vias biliares.
DOENÇA CELÍACA (Intolerância ao glúten) O glúten é uma proteína presente no trigo, cevada, centeio, aveia e malte, cereais muito utilizados na composição de alimentos, medicamentos, bebidas industrializadas, cosméticos, entre outros."O glúten é usado para dar consistência, elasticidade e leveza à massa dos alimentos (em geral, bolos, bolachas, pães e pizzas). Mas confere pouco ganho proteico à dieta", explica a nutróloga Paula Cabral, da clínica Hagla, do Rio de Janeiro. Também conhecida como Espru Celíaco, Enteropatia glúten-sensível, Enteropatia Glúten-Induzida, Espru Não Tropical e alergia à farinha, a doença celíaca é uma doença autoimune causada pela intolerância ao glúten. As pessoas portadoras dessa doença não podem ingerir alimentos que contêm glúten, pois este agride e danifica as vilosidades do intestino, prejudicando a absorção dos alimentos. A doença celíaca pode se manifestar em qualquer idade, sendo que na criança pode se manifestar logo após o início da introdução de cereais com glúten em sua alimentação. Em algumas pessoas, a doença celíaca pode ser assintomática, mas em outros casos o portador pode apresentar alguns dos sintomas abaixo: * Diarreia com fezes fétidas, claras, volumosas, com ou sem gotas de gorduraou prisão de ventre; * Vômito; * Perda de peso com facilidade; * Ganho de peso com dificuldade; * Inchaço nas pernas; * Anemia; * Alterações na pele; * Fraqueza nas unhas; * Queda de pelo; * Diminuição da fertilidade; * Alterações no ciclo menstrual; * Retardo do crescimento em crianças; * Sinais de desnutrição; * Flatulência; * Dermatite herpetiforme (pequenas feridas ou bolhas na pele, que coçam); * Irritabilidade; * Distensão abdominal (barriga inchada); * Dor abdominal; * Osteoporose. Em razão dos seus inúmeros sintomas, a doença celíaca pode levar anos para ser diagnosticada. Esse diagnóstico pode ser feito através de exames de fezes, exames de imagem e exames sorológicos. Mas os exames mais confiáveis são os que detectam os níveis do anticorpo antitransglutaminase e do anticorpo antiendomísio. A endoscopia com biópsia para retirada de amostras de tecido do intestino delgado também é muito utilizada para a confirmação da doença. O tratamento da doença celíaca consiste em evitar, pelo resto da vida, a ingestão de alimentos que contêm glúten, tais como trigo, aveia, centeio, cevada e malte, pães, cereais, bolos, pizzas, biscoitos, bolachas, macarrão, cerveja, entre tantos outros produtos. Após 1 ou 2 semanas do início da dieta, os sintomas desaparecem na maioria das pessoas. Geralmente de 6 a 12 meses depois, as paredes do intestino se recuperam totalmente. Nas crianças, o crescimento volta ao normal. Como essa doença não tem cura, o tratamento deve ser seguido pelo resto da vida. Muitas pessoas que apresentam essa doença têm que criar alternativas para substituir a farinha proibida por outros alimentos. Com criatividade é possível substituí-la por fécula de batata, farinha de milho, amido de milho, polvilho doce ou azedo, farinha ou creme de arroz, farinha de araruta, fubá, etc. Os alimentos que uma pessoa portadora de doença celíaca pode consumir são arroz, milho, mandioca, fubá, féculas, óleos, margarinas, todo e qualquer tipo de fruta, leite, manteiga, queijos e derivados (quando o celíaco não apresentar diabetes), folhas, cenoura, tomate, vagem, feijão, soja, grão-de-bico, ervilha, lentilha, cará, inhame, batata, mandioca, carne de aves, suínos, bovinos, caprinos, miúdos, peixes e frutos do mar. É muito importante que as pessoas portadoras de doença celíaca leiam bem os rótulos dos produtos que irão consumir, já que a lei federal nº 10.674, de 2003, obriga todas as indústrias alimentícias a informar em seus rótulos se o produto “CONTÉM GLÚTEN” ou “NÃO CONTÉM GLÚTEN”.
Gordura no Fígado o que é a esteatose hepática? O acúmulo de gordura no fígado, tecnicamente chamado de esteatose hepática, é um problema bastante comum que pode ser causado por fatores de risco como obesidade, diabetes, colesterol alto e consumo excessivo de bebidas alcoólicas. Apesar de nem sempre o paciente apresentar sintomas, ele pode sentir dor no lado direito do abdômen, barriga inchada, enjoos, vômitos e mal-estar geral. Na presença desses sintomas, deve-se consultar um hepatologista para realizar exames que avaliam o funcionamento do fígado e a gravidade da doença. A gordura no fígado pode ser controlada com alterações na dieta e a prática regular de exercício físico, sendo importante seguir o tratamento adequadopara evitar complicações como a cirrose. Graus de gordura no fígado A gordura no fígado pode ser classificada de acordo com a sua gravidade como mostrado a seguir: Grau 1 ou Esteatose hepática simples: o excesso de gordura é considerada inofensivo. Geralmente o paciente não tem sintomas e só descobre o problema através de um exame de sangue de rotina. Grau 2 ou Esteatose hepática não alcoólica: além do excesso de gordura, o fígado fica inflamado. Geralmente, o paciente sente sintomas como dor no lado direito do abdômen e barriga inchada. Grau 3 ou Fibrose hepática: existem gordura e inflamação que causam alterações no órgão e nos vasos sanguíneos ao seu redor, mas o fígado ainda funciona normalmente; Grau 4 ou Cirrose hepática: é a fase mais grave da doença e surge após anos de inflamação, sendo caracterizada por alteração em todo o fígado que causam redução do seu tamanho e deixam sua forma irregular. A cirrose pode evoluir para câncer ou morte do fígado, quando é necessário fazer um transplante de órgão. Assim, além de avaliar a quantidade de gordura no órgão, também é importante verificar a presença de inflamação, pois ela é a principal causa da morte das células deste órgão. Para avaliar a progressão da doença, pode-se utilizar a Elastografia Hepática, que é um exame rápido e sem dor. Sintomas Normalmente durante os primeiros estágios da doença o paciente não sente sintomas, descobrindo o problemas ocasionalmente através de exames para diagnosticar outras doenças. No entanto, nos estágios mais avançados, podem surgir dor no lado direito superior do abdômen, perda de peso sem explicação, cansaço e mal-estar geral, enjoos e vômitos. Em casos de cirrose, outros sintomas também podem surgir, como pele e olhos amarelados, coceira no corpo e inchaço na barriga, nas pernas e nos tornozelos. Fatores de Risco O risco de desenvolver gordura no fígado não ligada ao consumo excessivo de álcool é maior em casos de: Obesidade; Diabetes tipo 2; Pressão alta; Colesterol alto; Idade maior que 50 anos; Fumar; Hipotireoidismo; Cirurgia bariátrica. A cirurgia bariátrica e outros procedimentos para emagrecer aumentam o risco de desenvolver gordura no fígado devido a alterações no metabolismo causadas pela perda rápida de peso. Além disso, esse problema também pode surgir em pessoas que não têm fatores de risco, em crianças e mulheres grávidas. Veja mais em: Entenda porque a Gordura no fígado na Gravidez é grave. Diagnóstico As alterações no fígado podem ser detectadas inicialmente através de um exame de sangue que avalia as substâncias produzidas por esse órgão. Na presença de valores alterados que indiquem que o fígado não está funcionando bem, o médico pode pedir exames complementares como o ultrassom, a tomografia, a elastrografia hepática, ressonância magnética ou uma biópsia. No entanto, é importante destacar que nem sempre a gordura no fígado causa alterações nos exames de sangue, o que pode atrasar o diagnóstico da doença até que o paciente faça uma ultrassonografia para investigar outros problemas. Tratamento O tratamento para gordura no fígado é feito principalmente com alterações na dieta, prática regular de exercícios físicos e eliminação do consumo de álcool. Além disso, também é necessário perder peso e controlar doenças que pioram o problema, como diabetes, hipertensão e colesterol alto. Veja como deve ser a Dieta para gordura no fígado. Não existem remédios específicos para tratar esse problema, mas o médico pode recomendar as vacinas contra hepatite B e C, para prevenir o aparecimento de mais doenças no fígado. Alguns remédios caseiros também podem ser utilizados para auxiliar no tratamento, como o chá de cardo-mariano ou o chá de alcachofra, sendo importante primeiro pedir autorização do médico antes de usá-los. CURIOSIDADES SOBRE A ESTEATOSE 1. Crianças podem ter gordura no fígado? Sim, principalmente crianças que têm obesidade e diabetes ou elevado risco de desenvolver diabetes, pois o excesso de peso e de açúcar no sangue causam alterações no metabolismo que favorecem o acúmulo de gordura no fígado. A parte principal do tratamento é a alimentação, por isso veja como deve ser a dieta 2. Tenho gordura no fígado, então não posso engravidar. Mentira. É possível a gravidez, entretanto, deve ser planejada e acompanhada pelo médico gastro ou hepatologista. No grau mais leve, a gordura no fígado normalmente não atrapalha a gravidez, desde que a mulher siga uma alimentação balanceada. Entretanto, podem haver restrições a depender do grau da doença e da existência de outros problemas de saúde, como excesso de peso, hipertensão arterial e colesterol alto, sendo necessário conversar com o médico para tratar a doença e diminuir o risco de complicações neste período. Além disso, é possível desenvolver a esteatose hepática aguda durante a gravidez, uma situação grave, e que deve ser tratada rapidamente 3. É normal ter gordura no fígado e não sentir sintomas. Verdade. Normalmente esse problema só causa sintomas nas fases mais avançadas, quando o fígado já não consegue funcionar direito. Veja os sintomas aqui. Assim, é normal o paciente descobrir esta doença apenas quando vai fazer exame de sangue ou ultrassonografia para avaliar outros problemas de saúde. 4. Não existe remédio para combater a gordura no fígado. Verdade. Geralmente, não são utilizados medicamentos específicos para combater esse problema, e seu tratamento é feito com alterações na dieta, prática regular de atividades físicas, eliminação do consumo de álcool, perda de peso e controle de doenças como diabetes, hipertensão e colesterol alto. Se quiser saber se pode ter fígado gordo, selecione aqui os seus sintomas: 1. Perda de apetite? Sim Não 2. Dor do lado superior direito da barriga? Sim Não 3. Barriga inchada? Sim Não 4. Fezes esbranquiçadas? Sim Não 5. Cansaço frequente? Sim Não 6. Dor de cabeça constante? Sim Não 7. Enjoo e vômito? Sim Não 8. Cor amarelada nos olhos e na pele ?Sim Não

Endereços de atendimento

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Av Fab, 2557
Santa Rita - Macapá/AP
CEP: 68901-259
Ver telefone
Convênios atendidos neste endereço:
  • Por Enquanto O Atendimento Está Sendo Somente Particular
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Av Ana Nery, 890
Laguinho - Macapá/AP
CEP: 68900-000
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Convênios atendidos neste endereço:
  • CAPESAÚDE
  • CORREIOS
  • E - vida
  • GEAP
  • PARTICULAR
  • PAS - IASEP
  • Unimed Fama

Formação acadêmica

2012 - 2014

Especialização em Endoscopia Digestiva Alta E Baixa pelo(a) Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (Brasil).


Foco nos Estudos:

  • Gastrite
  • Esôfago de Barrett
  • Esofagite

2010 - 2012

Especialização em Gastroenterologia E Hepatologia pelo(a) Universidade Federal do Rio de Janeiro (Brasil).


Foco nos Estudos:

  • Doença de Caroli
  • Colestase Intra-Hepática
  • Colestase Extra-Hepática
  • Colestase
  • Hiperbilirrubinemia Neonatal
  • Hiperbilirrubinemia Hereditária
  • Hiperbilirrubinemia
  • Encefalopatia Hepática
  • Insuficiência Hepática
  • Síndrome de Budd-Chiari
  • Carcinoma Hepatocelular
  • Adenoma de Ducto Biliar
  • Adenoma de Células Hepáticas
  • Pancreatite Alcoólica
  • Pancreatite
  • Hipertensão Portal
  • Úlcera Gástrica
  • Úlcera Duodenal
  • Esofagite Péptica
  • Esôfago de Barrett
  • Esofagite
  • Gastrite
  • Intolerância à Frutose
  • Intolerância à Lactose
  • Hemocromatose
  • Colangite Esclerosante
  • Atresia Biliar
  • Adenocarcinoma
  • Doença de Gilbert
  • Doença de Crohn
  • Doença Celíaca
  • Cirrose Hepática Biliar
  • Cirrose Hepática Alcoólica
  • Cirrose Hepática
  • Hepatite Tóxica
  • Hepatite Crônica Induzida por Medicamentos
  • Hepatite C Crônica
  • Hepatite C
  • Hepatite B Crônica
  • Hepatite B
  • Hepatite Auto-Imune
  • Hepatite Alcoólica
  • Hepatite
  • Hepatite A

2001 - 2006

Graduação em Medicina pelo(a) Universidade Gama Filho (Brasil).

Instituições com as quais possui vínculos

  • Hepatologia no(a) Sociedade Brasileira de Hepatologia de 20/01/2015 até hoje.

Doenças

  • Adenocarcinoma
  • Adenoma de Células Hepáticas
  • Adenoma de Ducto Biliar
  • Atresia Biliar
  • Carcinoma Hepatocelular
  • Cirrose Hepática
  • Cirrose Hepática Alcoólica
  • Cirrose Hepática Biliar
  • Colangite Esclerosante
  • Colestase
  • Colestase Extra-Hepática
  • Colestase Intra-Hepática
  • Doença Celíaca
  • Doença de Caroli
  • Doença de Crohn
  • Doença de Gilbert
  • Encefalopatia Hepática
  • Esofagite
  • Esofagite Péptica
  • Esôfago de Barrett
  • Gastrite
  • Hemocromatose
  • Hepatite
  • Hepatite A
  • Hepatite Alcoólica
  • Hepatite Auto-Imune
  • Hepatite B
  • Hepatite B Crônica
  • Hepatite C
  • Hepatite C Crônica
  • Hepatite Crônica Induzida por Medicamentos
  • Hepatite Tóxica
  • Hiperbilirrubinemia
  • Hiperbilirrubinemia Hereditária
  • Hiperbilirrubinemia Neonatal
  • Hipertensão Portal
  • Insuficiência Hepática
  • Intolerância à Frutose
  • Intolerância à Lactose
  • Pancreatite
  • Pancreatite Alcoólica
  • Síndrome de Budd-Chiari
  • Úlcera Duodenal
  • Úlcera Gástrica

Idiomas

  • Espanhol compreende bem, fala fluentemente, lê bem, escreve bem.

Dr. Wasden Figueiredo Costa

4 pacientes já avaliaram
Paciente (atendido em Instituto de Oncologia E Mastologia) - 30/07/2017
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